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A meningite foi responsável por mais de 15 mil casos em 2018 no Brasil. Seu principal agente causador são as bactérias, que felizmente podem ser combatidas pela vacinação. A forma bacteriana é a mais preocupante devido a sua gravidade.

Mais de 90% dos casos de meningite bacteriana são causados pelo meningococo. Um em cada cinco indivíduos com doença meningocócica morre, mesmo com o paciente tratado em tempo oportuno. Entre os 80% que sobrevivem, 20% ficam com sequelas, como a amputação de um membro, surdez, cegueira ou outras complicações neurológicas.

Qualquer um pode contrair a doença. Na maioria dos casos, o contágio é feito por vias respiratórias. Os sintomas são febre, vômitos, dor de cabeça e rigidez na nuca.

Hoje existem 3 vacinas contra meningite bacteriana disponíveis no Brasil: C, B e ACWY.

Devido a vacinação em massa contra o tipo C , disponível na rede pública desde 2010, os casos relacionados à esse tipo reduziram bastante, apesar de ainda ser o tipo mais prevalente no Brasil.

Essa redução de casos do tipo C, também possibilitou o aumento de outros tipos de meningite meningocócica, em especial o tipo B em menores de 1 ano e o tipo W em algumas regiões do Brasil.

Houve um aumento expressivo de casos da meningite tipo W no país, principalmente em Santa Catarina, onde o agente já é responsável por 43% dos casos da doença da região.

Por isso, é tão importante buscar a imunização contra todos os tipos mais prevalentes. As vacinas estão indicadas para crianças, adolescentes e adultos.

A melhor forma de proteção contra as meningites bacterianas é através da vacinação. Previna-se.

Fontes: Sociedade Brasileira de Imunizações e Ministério da Saúde.